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Eva Golinger es Ganadora del Premio Internacional del Periodismo 2009 en México
Por: Aporrea.org
26 Nov. 2009 -

Hace pocos minutos conocimos que la Abogada y Escritora venezolana-estadounidense Eva Golinger ha sido elegida como Ganadora del Premio Internacional del Periodismo 2009 del Club de Periodistas de México.


segunda-feira, 30 de novembro de 2009

LULA: "Esqueçam a pauta do editor e façam a matéria da vida de vocês!"

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O JORNALISTA E O CATADOR DE LIXO
por Paulo de Freitas Dias Filho
blog do Nassif

A vez de Lula pautar a imprensa, durante a Expocatadores

(Exposição Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis), 29/10:

“Vocês(jornalistas) têm aqui a oportunidade de fazer a matéria da vida de vocês.

Se vocês esquecerem a pauta do editor e se embrenharem no meio desta gente; escolham um, qualquer um, para vocês conversarem sobre a vida deles, sobre o sonho deles(…)
(…)E aí vocês vão compreender porque a figura do chamado formador de opinião pública, que antes decidia as coisas nesse país, já não decide mais.

É porque esse povo já não quer mais intermediário, esse povo tem pensamento próprio(…) E o que é mais importante, esse povo gente, adquiriu o gosto de uma palavra chamada CIDADANIA(…)”

sábado, 28 de novembro de 2009

HEITOR VILLA-LOBOS

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Bachianas nº5 Bidu Sayão




Duo Similia: Nadia Labrie (Flute) and Annie Labrie (Guitar) perform "Bachianas Brasileiras 5" by Heitor Villa-Lobos, May 12 at Chapelle Notre Dame De Bonsecours. Arranged for Flute and guitar













Heitor Villa-Lobos é considerado o maior compositor das Américas. Ele nasceu no Rio de Janeiro em 5 de março de 1887 e morreu também no Rio, em 17 de novembro de 1959

Villa-Lobos foi maestro e compositor. Ele ficou famoso no Brasil e no mundo por criar uma linguagem bem brasileira na música clássica, usando elementos do nosso folclore, da cultura popular e dos índios brasileiros. Compôs cerca de 1.000 obras.

Os pais de Heitor queriam que ele fosse médico (!). Mas ele começou a tocar instrumentos musicais bem cedo, inclusive incentivado pelo pai. Anos mais tarde, começou a tocar violoncelo em teatros, cafés e bailes. Aprendeu violão, um instrumento mais "popular", tocado muito em todos os lugares e não só nas salas de concerto, e viajou para conhecer melhor o Brasil.
Em 1913, Villa-Lobos casou-se com Lucília Guimarães, uma pianista. Voltou ao Rio. O primeiro concerto com obras escritas por ele foi realizado 1915.

Em 1922, Villa-Lobos participou da Semana da Arte Moderna, o mais importante evento do Modernismo no Brasil. Um ano depois, foi para a Europa. Voltou de lá muitos anos depois, já famoso.
Em 1930, no Brasil, fez uma turnê por 66 cidades. Separou-se da primeira mulher. Teve um grave problema de saúde: operou-se de um câncer em 1948. Mas continuou a vida. Casou-se de novo, com uma ex-aluna sua, Arminda Neves d'Almeida. Nunca teve filhos.
Foi graças a Villa-Lobos que a música clássica brasileira começou a aparecer em outros países. Hoje, crianças e adultos do mundo todo estudam e tocam as composições de Heitor Villa-Lobos. Algumas de suas músicas mais famosas são "O trenzinho do Caipira (Bachiana Brasileiras nº2)" e "Uirapuru".

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A nota de Paulo de Tarso

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Fonte: viomundo

São Paulo, 27 de novembro de 2009.

Aos profissionais da imprensa.

A respeito do artigo publicado na Folha de São Paulo, nesta quinta-feira, dia 27 de novembro, sob o título “Os filhos do Brasil” (pg. A8), de autoria do cientista político César Benjamin, onde sou citado nominalmente como participante de um almoço acontecido durante a campanha de 1994, com a presença do atual Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, e outros interlocutores, gostaria de me manifestar publicamente para que não pairem dúvidas sobre a minha versão do acontecido:

1 - O almoço a que se refere o artigo de fato ocorreu. O publicitário americano mencionado se chamava Erick Ekwall e nos tinha sido recomendado pelo empresário Oded Grajew.

2 - Eu, Paulo de Tarso, então responsável pela campanha publicitária do atual Presidente, não me recordo da presença de César Benjamin nesse almoço - embora ele trabalhasse conosco na campanha.

3 - Confirmo a informalidade do almoço, mas absolutamente não confirmo qualquer menção sobre os temas tratados no artigo.

4 - Não compreendo qual a intenção do articulista em narrar os fatos como narrou (como disse, sequer me lembro de sua presença na mesa).

5 - Não concordo com o conceito do que foi escrito - um ataque particular à figura do Presidente da República que, na minha opinião como cidadão, independente de quem seja, deve receber o respeito da sociedade brasileira como representante maior das instituições democráticas.

Sem mais.
Atenciosamente,Paulo de Tarso da Cunha Santos

"LA AGRESIÓN PERMANENTE: USAID, NED Y CIA" de Eva Golinger e Jean Guy Allard

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Libro completo - acesse link no final do texto.



“Si Estados Unidos no podía controlar a América Latina, ¿cómo iba a dominar al mundo?” – Henry Kissinger

Los textos seleccionados para este libro, La Agresión Permanente: USAID, NED y CIA, ilustran la constancia de la injerencia y su adaptación a las cambiantes circunstancias en América Latina. Nosotros, los autores, Jean Guy Allard y mi persona, somos investigadores dedicados desde hace muchos años a descubrir, analizar, monitorear, revelar y denunciar la injerencia y subversión imperial en América Latina, en todas sus formas.

Con este conjunto de ensayos, queremos evidenciar la permanencia de la agresión de Estados Unidos y sus aliados contra los movimientos revolucionarios de América Latina. Queremos demostrar que esa agresión no cesa simplemente porque un hombre de distinto color ocupa la posición de mando en Washington – más bien, como verán en las siguientes páginas, las amenazas imperiales se están intensificando y el peligro crece cada día.

Las palabras de Henry Kissinger nos indican la razon detrás de esta escalada de agresiones contra América Latina. Si ya no dominan al sur de su frontera, ¿cómo mantendrán su dominación mundial?

En un mundo multipolar, no hay imperios. La integración latinoamericana significa la decadencia del imperio estadounidense, y esa gran bestia peleará con toda su fuerza hasta el último momento.

Pensamos que hay una urgencia para alertar a los pueblos frente a lo que vemos es una nueva etapa —más peligrosa— de injerencia. El “smart power” (poder inteligente) de la administración Obama ha logrado bajar la guardia de los pueblos, y hasta algunos piensan que por haber ganado el “Premio Nobel de la paz” Obama estará obligado de construir la paz mundial. Mientras tanto, las bombas caen con más frecuencia sobre Afganistán, la guerra continúa en Irak, Pakistán e Irán están en la mira, América Latina recibe “siete puñales en el corazón” con las bases militares en Colombia, la subversión y contrainsurgencia aumentan, y dentro de Estados Unidos, crecen la miseria, el desempleo, la pobreza y la represión.

Con este libro, también lanzamos el Centro de Alerta para la Defensa de los Pueblos, como un espacio de combate para mantenernos informados sobre las nuevas estrategias y tácticas de injerencia y subversión, y su aplicación contra nosotros. Y hacemos un llamado para unir a nuestros esfuerzos y conocimientos para combatir lo que percibimos es una agresión colectiva contra todos los pueblos desafiantes que resistimos las imposiciones imperiales.

Noam Chomsky dijo que la integración “es una condición previa para la independencia; si están separados los van a atacar uno a uno, pero si están integrados habrá cierto tipo de defensa.” Frente a la agresión permanente contra nuestros pueblos, llamamos para construir la defensa colectiva.

Que este texto sirva como arma para la conciencia en la batalla de las ideas. (EG)
[Libro completo disponible aquí]

"Aqui, no Brasil, a gente fala menos e faz mais", amigos americanos e eruopeus!

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

ADEPTOS DO GENOCÍDIO PALESTINO ATACAM POLÍTICA EXTERNA NACIONAL

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Presidente rebate os que atacam a política externa do país

O presidente Lula defendeu a política externa do país ante a oposição e outros setores que criticaram e realizaram protestos sectários, com bandeiras dos EUA e de Israel, por receber o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, para discutir uma saída pacífica para aquela região.
“Vou conversar a mesma coisa que conversei de paz com o presidente Shimon Peres, com o Mahmoud Abbas e vou conversar com o Ahmadinejad. Vou conversar porque acho que somente a paz pode garantir crescimento dos países, a tranquilidade dos povos e a melhoria de vida das pessoas”, afirmou o presidente. “Tenho noção do que significam os conflitos no Oriente Médio, tenho noção do que é papel do Irã, do que é o papel de Israel, do que é o papel da Palestina, da Síria”.

Para Lula, este é um “momento rico porque mostra a capacidade de conversação que o Brasil tem, nesse momento”. “Você tem uma série de países que não conversam com o Irã. Não adianta você deixar o Irã isolado. Se o Irã é um ator importante em toda essa discórdia, é importante que alguém sente com o Irã, converse com o Irã e tente estabelecer um ponto de equilíbrio, para que a gente volte a uma certa normalidade no Oriente Médio”. declarou o presidente em seu programa de rádio semanal “Café com o Presidente”.

Deputados da oposição, encabeçados por Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) e Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) montaram um circo no Congresso contra a visita do presidente do Irã. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), em artigo publicado na Folha de S. Paulo, também criticou a visita. Entretanto, nenhuma palavra foi dita por eles contra a perseguição, assassinatos, prisões e ocupações do território palestino promovidos pelo governo israelense. Para o líder do PT na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (SP), “parte da oposição está sendo intolerante”. No Rio, na praia de Ipanema, e em Brasília, em frente ao Congresso, um punhado de pessoas também protestou contra a política externa brasileira de conversar e debater a paz.

“O Brasil defende que o Irã tenha direito ao desenvolvimento de urânio para fins pacíficos, tanto quanto o Brasil vem desenvolvendo. É simples. Aquilo que defendemos para nós, defendemos para os outros”, afirmou o presidente Lula durante reunião com o o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, em Brasília, na segunda-feira (23).

O presidente iraniano disse que o Brasil pode ser um “el0o entre o Irã e a América Latina” e destacou que Brasil e Irã “buscam um mundo livre de armas de destruição em massa”.
Fonte: Hora do Povo

Descifrando El Labirinto Iraní - Revolução Verde

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